A mais recente crítica a "Um Cappuccino Vermelho" foi publicada no blogue Illusionary Pleasure. Aqui fica o meu agradecimento à Adeselna Davies por ter interrompido o seu Nanowrimo para me dar este precioso e construtivo input. (É também a ela, e outros, que se deve a Nanozine.)
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quinta-feira, 2 de agosto de 2012
domingo, 29 de julho de 2012
Apreciação a "UM CAPPUCCINO VERMELHO"
O segundo autor a responder ao meu desafio lançado no Goodreads foi o Tiago Gonçalves, autor de "De Uma Só Sorte" e "Não Fomos Nós Dois". Aqui fica a sua opinião:
«A escrita do Joel é
bastante gráfica, fluída, simples e vibrante, a acção segue com
descrições rápidas e concisas, que transmitem o essencial para
vermos a história e como ela vai "andando" pelo papel.
Confesso que não sou o
maior fã deste tipo de livro, geralmente, pois apresenta-se como um
thriller ou mesmo um policial, aparentemente, mas vejo também ali
traços de romance.. o Joel pode dizer melhor. O que sei é que
gostei, o Joel cativa, prende na história e no enredo, bom por
sinal.
Acredito que o Joel podia
ter melhorado, talvez tornar menos repetitivo a meio, abreviando a
acção de algumas personagens, pois tornou-se previsível a narração
da outra personagem, ou seja, era escusado ter-se alongado tanto. No
início não, apenas mais quando ia caminhando para o fim da
história. Ai, fim, surpreendente, o Joel troca as voltas e dá o
final ideal, um completamente imprevisível mas extremamente lógico.
A qualidade de escrita do
Joel é inegável, é directo e explícito, sempre com uma lógica
inerente. Acredito apenas que tem de trabalhar um pouco a construção
da história em si, para não se tornar repetitivo (às vezes os
editores ajudam nisso). Mesmo assim louvo o Joel pois nunca cansa nem
aborrece ao longo do livro, a sua forma de escrever não o permite,
tal o dinamismo. O Joel está, por isso, de parabéns, sobretudo
tratando-se de uma primeira obra. Gostei, e não costumo gostar deste
género literário.»
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um cappuccino vermelho
Apreciação a "UM CAPPUCCINO VERMELHO"
Recentemente,
no site Goodreads, desafiei vários autores a realizar uma permuta
literária, isto é: lermos e opinarmos publicamente sobre as obras
uns dos outros. O primeiro a responder ao desafio foi Bruno Franco,
autor do livro "O Novo Membro". Aqui fica a sua
apreciação sobre "Um Cappuccino Vermelho":
«Parti
para a leitura deste livro com bastante curiosidade devido ao título,
que considero ser extremamente apelativo. Devo dizer que também a
capa está muito bem conseguida! O trocadilho do título e os
salpicos de sangue são pormenores deliciosos.
A escrita do Joel é simples, directa e de fácil compreensão, algo que aprecio imenso. Li este livro num dia devido a essa característica e também por ser um livro pequeno.
Gostei da ideia geral do livro, embora já tivesse contactado com essa ideia noutra situação. Acho que o Joel poderia ter desenvolvido muito mais a história, pois o que ficamos a saber das personagens é praticamente nulo, exceptuando, talvez, o Ricardo. Além disso, achei a historia demasiado linear, sem qualquer reviravolta que surpreenda o leitor, e achei um pouco "estranho" que as palavras escritas do João no seu livro fossem exactamente iguais às do próprio livro, lidas anteriormente. Senti que estava a ler coisas repetidas.
Eu não sou apreciador de grandes descrições, mas acho essencial ter um mínimo de descrição do espaço, nem que para isso se refira o nome do local (se for conhecido). Neste livro só numa ou outra situação é que temos alguma descrição e referência ao local, o que acaba por me fazer sentir um pouco perdido ou deslocado durante a acção, levando-me, por vezes, a imaginar as personagens em espaços aleatórios.
Gostei dos diálogos e da forma como é explicada a paixão do Ricardo pelo café. O final está um pouco confuso, mas creio que percebi a intenção.
Resumindo, o Joel tem uma escrita limpa, agradável, segura e bastante compreensível, teve uma boa ideia para o livro, bons diálogos, mas muito pouco desenvolvimento do potencial da história que tinha entre mãos. Quando terminei o livro fiquei com o sentimento de que faltou algo, e isso deve-se à linearidade da história.
Gostei (embora tenha a certeza de que poderia gostar mais), e espero que ele continue a evoluir, pois sinto que o Joel poderá dar muito.»
A escrita do Joel é simples, directa e de fácil compreensão, algo que aprecio imenso. Li este livro num dia devido a essa característica e também por ser um livro pequeno.
Gostei da ideia geral do livro, embora já tivesse contactado com essa ideia noutra situação. Acho que o Joel poderia ter desenvolvido muito mais a história, pois o que ficamos a saber das personagens é praticamente nulo, exceptuando, talvez, o Ricardo. Além disso, achei a historia demasiado linear, sem qualquer reviravolta que surpreenda o leitor, e achei um pouco "estranho" que as palavras escritas do João no seu livro fossem exactamente iguais às do próprio livro, lidas anteriormente. Senti que estava a ler coisas repetidas.
Eu não sou apreciador de grandes descrições, mas acho essencial ter um mínimo de descrição do espaço, nem que para isso se refira o nome do local (se for conhecido). Neste livro só numa ou outra situação é que temos alguma descrição e referência ao local, o que acaba por me fazer sentir um pouco perdido ou deslocado durante a acção, levando-me, por vezes, a imaginar as personagens em espaços aleatórios.
Gostei dos diálogos e da forma como é explicada a paixão do Ricardo pelo café. O final está um pouco confuso, mas creio que percebi a intenção.
Resumindo, o Joel tem uma escrita limpa, agradável, segura e bastante compreensível, teve uma boa ideia para o livro, bons diálogos, mas muito pouco desenvolvimento do potencial da história que tinha entre mãos. Quando terminei o livro fiquei com o sentimento de que faltou algo, e isso deve-se à linearidade da história.
Gostei (embora tenha a certeza de que poderia gostar mais), e espero que ele continue a evoluir, pois sinto que o Joel poderá dar muito.»
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sábado, 28 de julho de 2012
Apreciação no blog "OS LIVROS NOSSOS"
A mais recente apreciação ao livro "Um Cappuccino Vermelho", feita por Liliana Novais e publicada no blog Os Livros Nossos.
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